sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Salvador Cidadania no Calabar

O Calabar será o primeiro bairro de Salvador a participar do projeto SALVADOR CIDADANIA DE BAIRRO EM BAIRRO. O qual oferecerá a comunidade vários serviços, além de palestras. Acompanhe os serviços e a programação nas imagens abaixo.




Noticia cedida por Rodrigo Pita do blog CALABAR SOU EU

Noticia veiculada em: (sábado, 11 de julho de 2009)

GCBCAP - Campeões da vida pelo Basquete

Você sabe quem é o atual Campeão Juvenil de Basquete da Federação Baiana? Pois é, talvez você não saiba ou nunca tenha ouvido falar, mas o time do Calabar, o GCBCAP, bairro [...] de Salvador, é o atual Campeão Baiano de Basquete Juvenil. E tudo começou de uma forma despretensiosa com apenas cinco garotos, brincando numa quadra do bairro. Mas foi graças á ajuda de Paulo Roberto Pereira da Silva, o Fininho, que esses meninos começaram a se apaixonar pelo Basquete e a aprender as regras do esporte.Em algumas semanas, Fininho já havia conseguido juntar cerca de 30 garotos, que passaram a treinar com acompanhamento técnico. “A gente treinava numa quadra, mas o pessoal do futebol destruiu porque estava empatando o baba deles”, afirma Fininho, treinador da equipe. Hoje a GCBCAP, treina no Campus da Universidade Federal da Bahia (UFBA), no Bairro de Ondina e conta com o apoio de alguns patrocinadores. Fininho lembra que quando a equipe começou a disputar o campeonato infantil no ano de 2000, perdeu para todos os adversários que enfrentou. E foi com o empenho desses garotos que três anos depois o time sagrou-se Campeão Infantil em 2003 e Campeão Infanto - Juvenil em 2005.O bairro do Calabar, [...], não dispõe de estrutura para a prática do Basquete, o esporte mais disputado no bairro é o futebol. O Street Ball ou Basquete de rua já conseguiu formar 70 crianças dentro do GCBCAP. “Não é preciso muito, só uma quadra com um aro, para a prática desse esporte.”, conta, Fininho. Assim como no Calabar, muitos bairros de Salvador e de capitais do país precisam de quadras, campos, incentivo. Com o passar do tempo perdem-se craques no futebol, no basquete, no vôlei e em tantos outros esportes devido à falta de incentivo das prefeituras, dos governos estaduais e do Governo federal. Mas ainda há pessoas interessadas em ajudar, é por causa de gente como o americano Cobalt que não gosta de Basquete e muito menos pratica o esporte, que esses garotos podem continuar sonhando. Ele ajuda financeiramente a GCBCAP e dá o suporte necessário para que a equipe continue treinando e disputando os campeonatos. E é com uma ponta de esperança que esses garotos podem continuar cantando, “Apesar de você amanhã há de ser outro dia”.

Noticia cedida por Rodrigo Pita do seu blog CALABAR SOU EU

Calabar contra o desperdicio de água



A SBRC (Sociedade Beneficente e Recreativa do Calabar) e a Embasa estão realizando um projeto piloto em Salvador que visa conscientizar a população sobre o desperdicio de água e também regularizar o abastecimento em algumas residências.

CALABAR COMUNIDADE LEGAL: ENTRE NESSA ONDA CONTRA O DESPERDICIO.
Esse é o nome do projeto na comunidade, a parceria da SBRC com a Embasa já realizou um palestra no bairro e pretende realizar mais uma ainda este mês.
De acordo com a SBRC, a Embas pretende regularizar o abastecimento de água em algumas residências que estão em débito, para isso a empresa estará cadastrando os moradores que estiver interesse em acabar com suas dividas. A Embasa irá perdoar qualquer valor acumulado após o pagamento de R$=120,00(cento e vinte) podendo este valor ser dividido em até 60 meses.
Até quinta-feira(03/09/09), agentes da empresa estará fazendo o cadastramento dos interessados em frente ao prédio do Provida.


Mais informações poderá ser dada na sede da SBRC



Noticia cedida por Rodrigo Pita do seu blog CALABAR SOU EU

Noticia veiculada em:(terça-feira, 1 de setembro de 2009)

Basquete do Calabar na Mídia baiana

Trabalho realizado pelo ex-atleta Paulo Henrique [...] [faz campeões no Calabar][...] Uma das modalidades esportivas incentivadas na comunidade é o basquete. Foi através dele que o ex-jogador Paulo Henrique Pereira da Silva, 29 anos, conseguiu que adolescentes do bairro trocassem as ruas pela quadra de esportes e se transformassem em campeões baianos infantil e infanto-juvenil. Ex-atleta de basquete do Centro Social Urbano (CSU) e morador do Calabar, Paulo Henrique decidiu fundar o Grupo Comunitário Basquetebol do Calabar, Alto das Pombas e Adjacências (GCBCAP) ao ver um grupo de adolescentes tentando jogar. A idéia surgiu, em 1995. Animado com o desempenho dos meninos enquanto brincavam na quadra do bairro, Paulo decidiu treiná-los. Da brincadeira, o basquete passou a ser um compromisso do grupo. Porém, nem mesmo Paulo Henrique imaginava a dimensão que tomaria o passo dado com os garotos. Não apenas na vida do professor, mas também de vários jovens da comunidade. Para surpresa de todos, o crescimento da escolinha foi rápido e intenso. Na primeira semana havia dez alunos, num mês 30. Hoje, são 85 jovens do Calabar e comunidades das proximidades que dedicam pelo menos duas horas do dia ao esporte. “Não era a minha intenção expandir a escolinha de basquete desta forma, mas fluiu e hoje me sinto muito bem por poder.Diante da falta de CNPJ do time, os seus pedidos de apoio foram negados e as tentativas de patrocínio foram em vão. As dificuldades foram inúmeras, mas Paulo Henrique conseguiu no ano 2000 colocar, pela primeira vez, um time no campeonato baiano. Em 2001, mesmo com os aros da quadra do Calabar quebrados e a derrota na competição, os pequenos atletas não desanimaram e o novo desafio voltou a acontecer em 2003. Americano ajuda garotada a progredirApesar de tantos obstáculos para a prática do esporte, os meninos da comunidade do Calabar não deixaram de buscar seus ideais e foi através de muita insistência e determinação que conseguiram a liberação da quadra do Centro de Esportes de Educação Física da UFBa, em Ondina. A partir desse momento o crescimento da escolinha de basquete, não apenas em números de inscritos, mas principalmente em qualidade, passou a ser contínuo. O esforço despertou inclusive o interesse da imprensa, que voltou sua atenção para os jovens do Calabar e o foco principal foi a luta do time contra as adversidades e pelo respeito junto à comunidade esportiva baiana. “Quando li a matéria, imaginei a carência daquelas crianças e, conseqüentemente, senti uma necessidade de ajudar. Hoje, acredito que não poderia ter feito nada melhor na minha vida”, diz o aposentado americano Kobla Osayande, 67 anos, ex-professor da Universidade de Houston. Na mesma semana, o aposentado, residente no Brasil desde 2004, procurou o professor de basquete Paulo Henrique e propôs patrocinar o time. Kobla passou a freqüentar todos os treinos dos garotos e ajudar na compra de bolas, uniformes e inscrições em campeonatos. Além de utilizar o próprio salário, ele conta com o apoio dos amigos americanos, que quase sempre visitam o Brasil e costumam ajudar como podem. “Tentei vários patrocínios, mas não tive sucesso. Ninguém quer investir num time amador e formado unicamente pelo sexo masculino. Hoje, existe um grande preconceito mundial em relação a isso. Todos acreditam que os grupos formados por mulheres significam investimento seguro, pelo fato de elas destinarem o dinheiro ao lar e beneficiarem assim toda uma família”, diz Kobla. Apesar de tudo, o GCBCAP não esmoreceu e seguiu com firmeza nos campeonatos. Conquistou o título de campeão baiano infantil, em 2004, e campeão baiano infanto-juvenil, em 2005. ***Surgem novos talentos na comunidadeCom o prestígio da equipe em alta, surgiram novos e vários talentos. Entre eles, o ala da seleção baiana infanto e cestinha do Campeonato Baiano em 2003 e 2005, José Paulo, 16 anos, “Meu grande sonho é um dia jogar na seleção brasileira”, confessa o garoto humilde com os olhos brilhantes. José Paulo diz ter apoio da mãe que faz vários sacrifícios para que não lhe falte nada. “Minha mãe já deixou de comprar as coisas dela para me dar uma basqueteira”, destaca. O atleta começou a jogar basquete há três anos, devido ao incentivo do primo mais velho. Hoje, se sente orgulhoso de ser inspiração dos mais jovens a seguir o esporte, como o pequeno Caio, 13 anos. “José Paulo me incentivou a jogar basquete, e graças a Deus contei sempre com o apoio da minha mãe, que algumas vezes deixou de comer para me dar o dinheiro do transporte para que eu pudesse freqüentar os treinos. Quero um dia ser um profissional do basquete e dar muito orgulho a ela”, diz confiante e emocionado. O Grupo Comunitário de Basquetebol do Calabar, Alto de Pombas e Adjacências não ajuda os garotos apenas no esporte. Por trás de tudo, existe um grande incentivo à educação escolar. “Fico feliz tendo a consciência do bem que estou fazendo a esses garotos. Eles recebem um respeito especial da comunidade e, quando estão treinando, se mantêm distantes da violência [...] E o mais importante é que aqui existe disciplina. Para jogarem basquete, eles devem estar com boas notas. Para ter certeza disso, visito uma vez por mês todos os colégios dos garotos e confiro as cadernetas dos professores. Os alunos que não obtém notas satisfatórias são suspensos dos treinos”, diz o treinador Paulo Henrique.Kobla também ajuda no aprendizado estudantil dos garotos, dando aulas de inglês sempre que possível, e ressalta: “Me sinto orgulhoso por ser querido e reconhecido pelos garotos em qualquer lugar que eu chegue. Pretendo continuar fazendo tudo que estiver ao meu alcance para ajudá-los. Meu maior sonho é que um jogador da NBA venha visitar o Brasil e conheça o nosso time para que tenhamos a chance de contar com seu apoio”, diz.
Noticia cedida por Rodrigo Pita do seu blog CALABAR SOU EU
Fonte primária (Correio da Bahia)

Uma publicação no mínimo IRRESPONSÀVEL


TIROTEIO NO CALABAR DEIXA APIPEMA EM PÂNCIO:Bairro Nobre fica em fogo cruzado.É engraçada, para não dizer ridícula, uma publicação como esta. Parece que os moradores do Calabar, ou são todos envolvidos com a violência, ou então, são meros coadjuvantes de toda violência que acontece em Salvador, Ora, será que os 25 anos que tenho morando em Salvador, sendo um cidadão com direitos e deveres como todas as outras pessoas têm. Sendo um pai de família, que trabalha que ajuda no crescimento do país, que não tem nenhum vínculo com a corrupção, com o tráfico de drogas, que observa e respeita o código civil do seu país, também não sofre com toda essa violência? Será que somos bonecos descartáveis? Será que não sofremos também com essa violência que também nos atingi? Ou será que só aquelas pessoas que moram em bairros “nobres” como no Jardim Apipema é que são vítimas?Será que essa repórter (Karina Baracho) só publicou esta noticia porque uma bala atingiu o prédio? Deve ser. Porque ao ler a reportagem eu não percebi nenhuma casa do Calabar que foi atingida por vários tiros, eu não vi nenhum depoimento de um morador do Calabar que se escondeu debaixo das camas, que se assustaram e se desesperaram também com o tiroteio.Será isso uma visão elitista? Uma matéria preconceituosa? Não sei dizer.Mas tirem suas próprias conclusões ao lerem esse pequeno trecho da matéria:Uma linha tênue entre o luxo e o lixo faz com que o tráfico fique ás margens dos edifícios luxuosos daquela região. Quando li esse pequeno trecho não conseguia saber o que ela estava chamando de lixo, se era a comunidade ou era o tráfico de drogas, porém ao continuar a leitura, quase no final da matéria uma moradora do prédio diz que foi assaltada numa ladeira entre o Calabar e a Ranulfo de Oliveira, o qual diz: A ladeira citada por Célia é exatamente a linha tênue entre a favela e os prédios de alto luxo da região.É difícil acreditar que em pleno século XXI, uma pessoa que estudou tanto para ser jornalista publique coisas como este tipo. O Calabar por ser uma comunidade de resistência, a única comunidade que conseguiu permanecer nesta região sempre foi fuzilada pela imprensa. Uma comunidade que fica cercada por bairros de classe alta. Com mais de 16 mil pessoas, o Calabar sofre constantemente por causa de 40 ou 50 pessoas que sobrevivem através do roubo e do tráfico.Por causa da imprensa baiana, pessoas são discriminadas, não conseguem empregos, sofrem constantemente abusos de policias, etc.Isso tudo me leva a pensar: Qual a diferença entre ladrões e traficantes que perturbam a paz das pessoas, e repórteres que com suas matérias promovem à discriminação, a falta de empregos, a revolta das pessoas. É como uma bola de neve, se analisarem a fundo, muitos desses que perturbam a paz, são frutos destes repórteres irresponsáveis.Além de tudo isso, publica inverdades como:A troca de tiros entre traficantes da invasão do Calabar com outros traficantes da invasão do Alto das Pombas [...]. Se ao menos investigassem mais, saberiam que o tiroteio não foi entre Calabar e Altos das Pombas, bairros vizinhos.
Noticia cedida por Rodrigo Pita do seu blog CALABAR SOU EU.

Imprensa elitista

Só para as pessoas terem noção de como as comunidades são vistas.Não gosto de publicar coisa ruim que acontece no Calabar, pois temos muitas coisas boas para serem mostradas.As pessoas só costumam enxegar a violência que a mÍdia mostra do nosso bairro, e é por causa dessa mídia que nosso bairro é tão mal visto.Mas, as pessoas não sabem que a maioria dos moradores do Calabar têm muito orgulho do seu bairro. Porém casos isolados como este, quando acontece no Calabar, a mídia sensacionalista transforma numa tempestade, não é que o caso seja sério, mas isso, como eles dizem, não acontece diariamente no Calabar.É chato quando chamamos nossos amigos para nos visitar e eles dizem que têm medo de entrar no Calabar. É chato chamar um táxi na saída do calabar, e eles passarem direto.É chato quando as pessoas pensam que vão entrar no Calabar e não vão sair vivos.É verdade que no Calabar existe violência. Violência está em todo lugar, não é mesmo?Porém a mídia elitista não noticia isso a toa. O Calabar é uma comunidade de resistência e por muitas vezes, essa mídia, a política baiana e burgueses interessados nessa área, onde está localizado o Calabar. Tentaram de várias maneiras nos expulsar daqui. Mas pela frente encontraram guerreiros de Zumbi. O Calabar foi Quilombo, hoje é um bairro. Não adianta dizer que somos favela, não adianta dizer que somos invasão.Quem nasceu e quem nasce nesse bairro, carrega sua bandeira."CALABAR SOU EU"



Noticia cedida por Rodrigo Pita moderador do blog CALABAR SOU EU

Imprensa elitista.


Antes de comentar, leiam o que moradores das comunidades( Nós existimos)Dizem:"A violência lá em cima (nos prédios) não é muito diferente daqui (bairro da Roça da Sabina). Está generalizada. Um dia desses a policia federal fez uma abordagem neste prédio ai da frente(edifício próximo ao Shopping Barra). Esse tipo de coisa tem em todo lugar" Afirma Tereza de Souza,39 anos, nascida e criada na Roça da Sabina.Pois é dona Tereza, Eu não sei se muitos riquinhos vivem no mundo da fantasia ou apenas querem esconder os seus lobos em pele de ovelhas. Pois não é preciso ser muito inteligente para saber quem sustenta o tráfico de drogas, não são traficantes de comunidades pobres. Que na maioria das vezes são todos mortos e presos pela policia. E os engravatadões? Olhem para os lados burgueses! Estão ai também.Outra Opinião de um morador de comunidade (Duas opiniões na mesma matéria? Caramba!)"Vi todos estes prédios ao redor daqui serem construídos. E acho que o problema maior é a questão do tráfico, que atinge TANTO A ELES COMO A NÓS". diz: "Seu Zé”. E Porque será que publicam um título como esse no jornal?Para não dizer que esqueceram totalmente de nós publicaram o título da matéria assim:RICOS E POBRES TÊM EM COMUM O MEDO DE SER A PRÓXIMA VÍTIMA.Legal! Reconheceram que também somos vítimas, mas apesar de eu não ter dinheiro não gosto de ser adjetivado como POBRE.
Noticias cedida por Rodrigo Pita do blog CALABAR SOU EU.

As maiores vitimas da violência é o gueto

04 de maio de 2008 Os moradores do Bairro Calabar e Garcia da cidade do Salvador-BA estão sem poder estudar por conta de uma guerra de traficantes. Uma jovem moradora do bairro foi informada pelos chefes do trafico “que nas ultimas 24h, nenhum morador do Calabar poderá ir a escola e os que forem serão surpreendido, tendo seus cabelos cortados e ameaçados de morte!”. Já morreram dois traficantes e um jovem estudante do Edgard Santos cuja identidade ainda não foi revelada. A questão é, a situação é de uma guerra particular! Na madrugado do domingo dia 27/05, houve troca de tiro entre traficantes, a policia foi chamada e não entrou no Bairro! Os estudantes da Escola de Ensino Fundamental Hildete Lomanto e o Colégio de Ensino Médio Edgard Santos foram proibidos de irem a escola por seus pais seguindo as ordens, pois foi determinado de que ninguém poderá ir ao Garcia, caso contrario, não irão respeitar crianças, velho e estudantes.A jovem completa “que não será possível fazer nenhum trabalho no momento na associação de moradores, já que a situação está fora de controle”. O Bairro do Calabar está dominado pelo trafico e os moradores não encontram soluções vinda dos governantes, “estamos diante de uma situação em que a policia estar de mãos atadas” afirma a estudante declarando a inoperância da corporação. Em verdade, viver em uma comunidade carente onde quase não tem saneamento básico, onde jovens não tem espaço de formação profissional, onde não tem espaço para pratica de Esporte e por isso, o trafico encontra a brecha necessária para sua manutenção e consolidação fazendo da comunidade a vitima do medo e do descaso. Outro estudante* do Edgard Santos, morador do Calabar, não poderá ir para o colégio assim como todos os jovens moradores do Bairro Calabar, sendo que não tem um tempo determinado para essa guerra terminar e com isso os estudantes continuam sem estudar. As vitimas da violência do tráfico de drogas não é um caso especial da capital do Rio de Janeiro e vemos como em Salvador tem tido um aumento da criminalidade afetando os moradores das comunidades carentes. Ainda que em Barrios como o Calabar e Garcia estejam em situação alarmante diante do crescimento da criminalidade, que está vitimando os jovens, sendo negros em sua maioria que se vêem sem apoio das autoridades das instâncias responsáveis e com isso faz-se presente o alarmante motivo ao qual a Juventude Revolução se posiciona contra as drogas, por que ao termino do tiroteio no chão estará mais uma vitima direta do posicionamento do Imperialismo e sua manutenção desumana.

Essa noticia foi postada por Rodrigo Rocha Pita em seu blog CALABAR SOU EU. Agradecemos a colaboração de Rodrigo por nos doar todas as noticias referente ao Calabar que estavam no seu blog.

Fonte:http://www.juventuderevolucao.org/index.php?option=com_content&task=view&id=310